segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Manhã








Quando a manhã se faz presente
E traz consigo a beleza do dia
Chega de mansinho, como um passarinho
Guarda no seu bico o graveto, a flor
Brinca com minha alma
Sobe  nas montanhas
Desce no lajedo
Estoura no meu mar

3 comentários:

Vera Lúcia Bezerra disse...

... E o mar é quente!
Descamisado, vicioso
As ondas dançam a versão
Do vento para me encantar

E como um açoite que inflama
O corpo parece falar

- "Se lança Vera, queda sobre a boca do lajedo, para quebra mar",

O Limo acobertando as pedras
Cochicham a minha queda
E parecem de eu zombar!
- QUEBRA MARRRR...
Mais uma onda, deslizo profuuundo sem ar...
O mar, o mar amar
ahhh! Não mais acordar (rs,rsrs).

* Beijos de água salgada!
Vera Lúcia Bezerra

Carmen Regina Dias disse...

No amanhecer do poeta, o despertar da poesia; na beleza do dia, o lirismo; na mansitude, a alma; no passarinho, a delicadeza.
Nos gravetos os versos,
nas flores, as rimas, as metáforas belas, os símbolos do eterno
na dança do poema.

Demás de belo!

Carmen Regina Dias disse...

Doçura de beijaflor ...
alma de pirilampo divino...