terça-feira, 12 de abril de 2011

BEIJO ROUBADO: E se amanhã

BEIJO ROUBADO: E se amanhã: "não for nada disso.Caberá só a mim esquecer.E eu vou sobreviver O que eu ganho, e o que eu perco.Ninguém precisa saber ."

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Filosofando



Quem sou?
Essa coisa assim meio terrena
que me atravanca o ser
Nem sou eu
Esse cristal liquido de ambar
que quebra e faz barulho na casa
Não sou eu festejando à noite
Esse trancar a cara assemelhando um nó
com pitadas de azedo e de gosto amargo
Não se trata deste ser quando passeia
Este pincel multicor que pinta as galáxas
E adorna as constelações ao derredor da lua
Sou eu fazendo a arte da poesia
Este som de trombeta em guerra e paz
com acompanhamentos dos pardais
Sou eu cantando para te acordar

 Este arranjo de flores amarelas
 envolto em desenhos e pinturas
 Sou eu me dando de presente para o meu amor


segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Anoitecendo


Há uma preparação no curso do dia
A beleza do brilho solar
A casa por entre coqueiros
Aves que plainam como anjos
Os anjos cantam neste céu
O vento sussurra macio
E vem a tarde
E chega o momento sublime
Dança a lua e a noite
Na comemoração dos astros
Um cometa faz estrada
no caminho do amor.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Caminhando



Ando pela praia desde o amanhecer
O amor de poeta invade minh' alma
Sou uma criança fustigada pelas ondas
navego entremeio aos caracóis
Transito por sobre as algas
Sem medo de afundar
Pastoreio os animais marinhos
Descobrindo o universo dentro em mim
Uma nova vida renasce
Um novo ser ressurge do chão
Caminho meu, caminho à beira mar
Fonte de energia e luz
Sou do meu amado Jesus.

sábado, 21 de agosto de 2010

CHUVA





















A chuva foi embora
Me deixou sem lugar
E agora o que é que eu faço
Deixo estar como está.

Parei por um momento
O arco-íris surgiu
À propósito me lembro
Do seu jeito infantil

A chuva cai lá fora
E aqui dentro de mim
O que sinto aqui agora
Parece não ter fim



(Sergio e Marcinho)

.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

O FILME








Eu estava lá tão perto da beleza dos olhos
o vento lançava cabelos como cordas
Lábios sussurrantes como ondas
Queixos fumegantes como o sol
Pés macios e doces numa manhã
Adornando a luz da lua
Somando as batidas do coração
Ciente de sua presença nobre
De seu cantar adormecido
De seu falar inenarrável
E eu completamente embriagado
Bebia inda mais daquele olhar
Querendo eternizar a noite
E aumentar a duração do dia
Só pra não perder a cena
De um filme em minha vida.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

CADEIRA VAZIA



Havia uma cadeira vazia
Perto da bela donzela
Aquela não reclamava
Pois encostava nela
E uma paisagem incrível
Refletia naquele assento
E via no outro
o lado avermelhado do mundo
Azulando a beira-mar
Embranquecendo os barcos de lá
Mas, aqueles olhos
se escondiam na escuridão
E nem percebia que faltava
alguém em sua frente.